Rio Verde

Venda de aves vivas em feiras está suspensa por 90 dias em Rio Verde

POR Thais Cabral | 27/03/2023
Venda de aves vivas em feiras está suspensa por 90 dias em Rio Verde

Imagem: Governo de Goiás

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Começa a valer nesta segunda-feira (27/03), a suspensão do comércio de aves vivas em feiras livres, pelo período de 90 dias, em Rio Verde. 

 

 

A medida foi tomada conforme instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e portaria 121/2023 da Agrodefesa (Agência Goiana de Defesa Agropecuária). Que tem por finalidade, prevenir o plantel avícola goiano do vírus responsável pela contaminação da gripe aviária. 

 

 

O estado já havia anunciado, no dia 14/03, medidas sanitárias para impedir a chegada da gripe aviária em Goiás. Com ações de suspensão da participação de quaisquer espécies de aves em eventos agropecuários, bem como aglomerações, encontros, torneios e exposições de passeriformes nativos ou exóticos, e o cancelamento de todos os eventos já registrados no Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago).

 

 

Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Rio Verde, Paulo Martins, a medida se faz necessário devido ao avanço da doença na América do Sul, representando um risco para o status sanitário avícola brasileiro e goiano, que está livre dessa doença. "É uma medida dura, mas que visa proteger os nossos criadores de prejuízos ainda maiores como a eliminação total do rebanho em caso de constatação da gripe aviária", justificou o secretário Paulo Martins.

 

 

O secretário de Agricultura, também informou que, para o cumprimento dessa determinação, a fiscalização e outras medidas cabíveis serão executadas pela AGRODEFESA, pela Vigilância Sanitária, pelo Setor de Fiscalização das Feiras da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Departamento de Posturas da Prefeitura de Rio Verde. 

 

 

Sobre a doença

 

Também conhecida como gripe do frango, a influenza aviária é considerada uma doença de alto risco para as aves, pois não há cura. Por ser um mal de notificação obrigatória aos órgãos oficiais de controle de saúde animal no Brasil e nos demais países, a presença da doença nos plantéis acarreta em barreira sanitária para comercialização de produtos avícolas no mercado interno e externo, com potencial para causar prejuízos econômicos à avicultura comercial e à economia.

 

 

Com informações da Agência Goiana de Defesa Agropecuária – Governo de Goiás

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