sexta-feira, 04 de abril de 2025
Foto: Jornal Somos
Três pessoas que aguardavam atendimento na Clínica da Família Valdeci Pires, em Rio Verde–GO, passaram mal após inalarem um gás utilizado em um treinamento operacional da Polícia Militar (PM). O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (17) e levou as vítimas a serem encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde receberam atendimento e foram liberadas.
De acordo com informações do portal G1, as pacientes foram uma mulher de 52 anos e duas adolescentes, de 12 e 13 anos. O gás, do tipo lacrimogêneo, foi usado pela PM durante o treinamento realizado na base da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), que fica ao lado da unidade de saúde.
A Polícia Militar divulgou uma nota oficial afirmando que o treinamento fazia parte do 40º Curso de Patrulhamento Tático e Ações Especializadas de Polícia, com o objetivo de capacitar o efetivo especializado. A corporação destacou que a utilização de agentes químicos de baixa toxicidade segue protocolos padronizados e foi realizada em um ambiente aberto e controlado.
A Prefeitura de Rio Verde classificou a situação como atípica e informou que os pacientes foram prontamente encaminhados para a UPA, onde receberam atendimento e alta em seguida. A CPE declarou que não foi acionada para nenhuma ocorrência relacionada ao episódio, mas, ao tomar conhecimento do caso, entrou em contato com a unidade de saúde para obter informações sobre o estado dos pacientes.
Leia a nota oficial da Polícia Militar:
NOTA À IMPRENSA
"A Polícia Militar de Goiás informa que, na data de ontem, dia 17, foi realizado um treinamento operacional como parte do 40º Curso de Patrulhamento Tático e Ações Especializadas de Polícia, na cidade de Rio Verde, com o objetivo de capacitar tecnicamente o efetivo especializado.
Esse tipo de treinamento faz parte da rotina de capacitação das forças de segurança e segue protocolos operacionais padronizados. Durante as atividades, foram empregados agentes químicos de baixa toxicidade, amplamente utilizados em treinamentos policiais.
Reforçamos que o gás lacrimogêneo foi utilizado em um ambiente aberto e controlado, conforme os padrões de segurança estabelecidos, não oferecendo risco à saúde.
A Companhia de Policiamento Especializado (CPE) não foi acionada para nenhuma ocorrência relacionada ao treinamento. No entanto, ao tomar conhecimento da situação, a corporação contatou a unidade de saúde, que informou que os atendidos foram avaliados e liberados sem intercorrências."
Com informações de G1 Goiás.
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