domingo, 25 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Uma facilidade muito boa e de grande benefício é a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), que gera desconto em festas, shows, teatros, cinemas e etc. Quem usa desse meio para entrar nos locais paga somente 50% do valor cobrado. As empresas e eventos que aceitarem a meia entrada devem destinar 40% das vendas para a entrada com carteirinha.
A Lei n° 12.933, de 26 de dezembro de 2013 assegura o direito do estudante esse benefício, porém a carteirinha oficial segue alguns critérios: o estudante deve apresentar um comprovante de matrícula de onde estuda. Existem instituições próprias para a confecção da carteirinha, que deve ser em PVC, parecido com cartão de crédito, seguindo o padrão ANG, UNE e UBES, contendo QRcode.
Para adquirir a carteira, o estudante deve procurar uma instituição legalizada mais próxima e fazer a solicitação. O valor pode variar, no site da UNE, por exemplo, é R$35,00, sem o fret. Em instituições físicas podem ser R$20,00 ou R$25,00.O Colégio da Polícia Militar é licenciado para a realização das mesmas.
Na cidade de Rio Verde, há muitos estudantes, e ocorre,também, muita falsificação desse documento. São vendidas por um valor específico, principalmente por meio da internet. Mesmo não sendo estudantes, muitos conseguem falsificar e enganar os estabelecimentos.
Alguns locais aceitam as carteirinhas feitas de papel que algumas instituições oferecem, mas é direito de cada empresário decidir se recebe ou não esse meio. Os professores também podem ter a carteirinha, mas com comprovante, holerite, folha de ponto, eles conseguem ter acesso pela metade do valor nos locais que aceitam meia entrada.
Houve uma junção do Procon com o Sindicato Rural para inibir os casos de falsificação, somente a polícia consegue identificar a falsidade do documento, então é necessária a ajuda da população, para que sejam feitas denuncias das pessoas que falsificam.
‘’A cada 10, mais ou menos 5 são falsificadas’’, conta o gerente de fiscalização do Procon de Rio Verde Antônio Morais Júnior, sobre o índice de crimes na cidade.
A intenção é que não haja casos de falsificação durante a exposição agropecuária, por isso a preocupação em conscientizar as pessoas que a venda e a compra de documentos falsificados é crime.
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