segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Foto: Jornal Somos
O diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Centro de Rio Verde, Paulo Renato, desmentiu as informações que circulam nas redes sociais sobre uma suposta onda de violência no município após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25). Publicações afirmavam que hospitais estariam lotados de vítimas de brigas, agressões e até de um suposto massacre na cidade.
Em entrevista à Rádio Líder 95,3 FM, divulgada nesta segunda-feira (26), Paulo Renato esclareceu que a realidade das unidades de saúde é diferente do cenário apresentado nas redes sociais. Segundo ele, o movimento foi considerado tranquilo, sem registros de atendimentos relacionados à suposta onda de violência.
“Nós tivemos da tarde/noite de ontem pra hoje um dos dias mais tranquilos da UPA, das UPAs, na verdade. Acabei de falar agora com a direção da UPA 2 também, sem alteração no movimento”, afirmou o diretor.
Paulo Renato destacou que a unidade costuma realizar entre 450 e 500 atendimentos diariamente. Entretanto, no domingo, foram registrados apenas 60 atendimentos até a meia-noite, número significativamente inferior à média habitual.
“Ontem, incrivelmente, nós atendemos somente 60 pessoas, Thaís. Então não teve esse alarme que tinha gente morrendo, saqueado, não procede essa informação. Isso é mais uma fake news”, declarou.
Questionado sobre as publicações que mencionavam pessoas sendo agredidas e mortas nas ruas, o diretor reforçou que a UPA não recebeu pacientes com características de vítimas da suposta violência generalizada.
Ele também informou que o pronto-socorro municipal recebeu apenas um paciente envolvido em uma briga, que não apresentou quadro grave e já havia recebido alta.
As declarações foram dadas durante entrevista concedida à jornalista Thaís Cabral, da Rádio Líder, que esteve na UPA do Centro para verificar as informações diretamente com a direção da unidade.
O esclarecimento ocorre após a circulação de diversas publicações nas redes sociais que associavam o resultado das eleições a supostos episódios de violência generalizada em Rio Verde. Segundo os dados apresentados pelo diretor, não há fundamento nos atendimentos das unidades citadas para as alegações de hospitais lotados ou de um massacre no município.
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