quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
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Durante entrevista ao programa Papo Líder, da Rádio Líder, o produtor rural e pré-candidato a deputado federal Daniel Cunha da Câmara analisou o cenário político regional e nacional e criticou políticos que, segundo ele, passaram a adotar o discurso de direita apenas por conveniência eleitoral.
Daniel afirmou que muitos desses nomes nunca defenderam, de forma consistente, pautas como o liberalismo econômico, a redução do Estado e a liberdade do cidadão sobre o fruto do próprio trabalho. Para ele, o excesso de intervenção estatal compromete o desenvolvimento do país e penaliza quem empreende.
Ao comentar o ambiente econômico brasileiro, o pré-candidato criticou a atuação do Estado sobre o setor produtivo. “Vai abrir um comércio pra você ver se você tem liberdade. Se abrir uma empresa, você passa a ter um sócio oculto, que é o Estado, que não trabalha, não corre risco e é dono do fruto do seu trabalho”, afirmou.
Durante a entrevista, Daniel declarou que o Brasil vive, em sua avaliação, um conflito mais profundo, que classificou como uma guerra espiritual.
“Nós vivemos no Brasil, de fato, uma guerra espiritual. Saiu o cristianismo lá de Brasília, com Bolsonaro e Michele, entra o candomblé com a Janja. De fato é isso, a gente vive uma guerra espiritual”, declarou.
O pré-candidato também questionou a eficiência do poder público na oferta de serviços essenciais. “Qual serviço público é melhor, mais eficiente e barato que o privado? Qual?”, disse, acrescentando que “é ilusão achar que é de graça, porque tá pago”.
No campo partidário, Daniel afirmou que não pretende mudar de legenda. “Dificilmente eu saio do Novo. O Novo é, de fato, o único partido de direita. O PL é partido de direita por conveniência”, declarou.
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