sexta-feira, 19 de abril de 2024

Goiás

Vacinação contra raiva para herbívoros não é mais obrigatória em Goiás

POR | 20/05/2020
Vacinação contra raiva para herbívoros não é mais obrigatória em Goiás

Divulgação

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A vacinação obrigatória contra a raiva dos herbívoros em 121 municípios de Goiás considerados de alto risco para a doença, que é realizada no mesmo período de imunização contra a febre aftosa, foi suspensa pelo governo estadual por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O motivo é a falta de vacinas no mercado.

 

A decisão foi anunciada ontem, terça feira (19), durante reunião virtual realizada pelo presidente José Essado com diretores, gerentes, procurador setorial e assessores, para tratar de diversos assuntos administrativos e operacionais das áreas de defesa animal e vegetal. José Essado disse que os relatos sobre a falta de vacinas contra a raiva ganharam força nos últimos dias, com informações provenientes de todas as Unidades Locais e Regionais da Agrodefesa. Como consequência, foi tomada a decisão de suspender a imunização e retirar a obrigatoriedade relativa a esta etapa (primeira de 2020) mesmo nos municípios de alto risco.

 

Contudo, se houver ocorrência de foco de raiva, a vacinação obrigatória se mantém, tanto na propriedade quanto num raio de 12 quilômetros do local onde for constatado o foco. O presidente da Agência observou que os pecuaristas que conseguiram vacinar estão com seus rebanhos protegidos e só têm a ganhar.

 

Durante a videoconferência, outros temas administrativos foram tratados, dentre eles o cumprimento da meta de reduzir custos com aluguéis, contratos, convênios de prestação de serviços, consumo de combustível e outros, em observância ao decreto governamental de redução de despesas em função da crise provocada pelo avanço da pandemia do novo coronavírus. Um balanço preliminar mostra que a Agrodefesa já avançou muito e irá cumprir a meta de contenção de gastos fixada pelo Governo do Estado.

 

E ainda, falou sobre a relativo à aquisição de produtos como álcool gel, máscaras, luvas, sabonete líquido e toalhas para atendimento das unidades locais e regionais da Agrodefesa, em especial para os servidores que estão trabalhando presencialmente em sistema de rodízio, os fiscais de equipes móveis, os que atuam na área de inspeção em indústrias de produtos de origem animal e também nos três laboratórios da Agência. Alguns produtos já estão disponíveis e outros em processo de compra. O presidente José Essado informou que uma indústria de Inhumas doou boa quantidade de álcool gel que já está sendo utilizado pelos servidores.

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