sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Foto: Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (28), para negar a soltura do ex-jogador Robinho, preso no Brasil desde março de 2024. Ele cumpre pena de nove anos de prisão determinada pela Justiça italiana, por envolvimento em um estupro ocorrido em 2013, em uma boate em Milão.
Até o momento, seis dos onze ministros já votaram a favor da manutenção da prisão: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin.
O julgamento ocorre em plenário virtual e será encerrado nesta sexta-feira (29). A análise trata de um recurso da defesa contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que homologou a condenação italiana e determinou a prisão imediata de Robinho em território brasileiro.
O único voto contrário até agora foi do ministro Gilmar Mendes, que defendeu que a execução da pena só poderia ocorrer após o esgotamento de recursos contra a decisão do STJ.
Atualmente, Robinho segue preso no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo.
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