domingo, 29 de março de 2026

Após surto de coceira, colégio militar de Goiás investiga possível uso de “pó de mico”

POR Thais Cabral | 29/03/2026
Após surto de coceira, colégio militar de Goiás investiga possível uso de “pó de mico”

Foto: Freepik

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Um episódio de coceira generalizada mobilizou alunos e funcionários do Colégio Estadual da Polícia Militar (CEPMG), unidade de Cidade Ocidental, na manhã de quarta-feira (25). Pelo menos dez estudantes precisaram de atendimento médico após apresentarem reações alérgicas.

 

Diante da situação, as aulas foram suspensas temporariamente para a higienização das salas afetadas. As atividades foram retomadas ainda no período vespertino, e a maioria dos alunos já retornou normalmente à escola na quinta-feira (26).

 

Segundo informações apuradas, alguns estudantes tiveram sintomas mais intensos, incluindo falta de ar, e foram encaminhados a unidades de saúde da região. Uma das hipóteses investigadas é a de que um aluno tenha espalhado “pó de mico” nas dependências da instituição.

 

A Polícia Militar informou que analisa imagens das câmeras de segurança e realiza vistorias no local para identificar possíveis responsáveis. Em publicação nas redes sociais, o colégio afirmou que a unidade foi atingida por um “fator alergênico não identificado”.

 

A escola também orientou pais e alunos sobre os cuidados após o ocorrido, recomendando banho frio ao chegar em casa, separação das roupas utilizadas para lavagem e atenção a sintomas mais graves, como vômitos, falta de ar, sudorese excessiva e fechamento da glote. Em casos mais severos, a recomendação é procurar atendimento médico imediato.

 

Em nota oficial, a direção do CEPMG Ocidental informou que acompanha o caso com atenção e já adotou medidas iniciais para garantir a segurança dos estudantes. A instituição também destacou que segue apurando a origem do problema e que tomará as providências cabíveis caso haja responsáveis identificados.

 

 

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