quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Adolescente de 14 anos é encontrada morta após desaparecer em Britânia; casal confessa crime

POR Marcos Paulo dos Santos | 22/01/2026
Adolescente de 14 anos é encontrada morta após desaparecer em Britânia; casal confessa crime
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Após ficar desaparecida por cerca de um dia, o corpo da adolescente Beatryz Emelly Nunes da Silva Ferreira, de 14 anos, foi encontrado enterrado no quintal de uma residência em Britânia, no noroeste de Goiás, nesta quarta-feira (21/1). O imóvel pertence a um homem conhecido da família, tratado como “tio de consideração”.

 

O responsável pelo crime, Paulo Fagundes de Oliveira, confessou à polícia que matou a menina a pauladas. Ele e a esposa foram presos em flagrante. A mulher foi localizada e detida na cidade de Jussara, a cerca de 102 quilômetros de Britânia.

 

Entenda o caso

 

Beatryz saiu de casa na manhã de terça-feira (20/1), de bicicleta, após ser chamada para ajudar o casal com alguns documentos. Cerca de uma hora depois, a mãe tentou contato com a filha, sem sucesso, e procurou a polícia para registrar o desaparecimento.

 

Em depoimento, Paulo relatou que a adolescente teria sido “grossa” com ele ao chegar ao local. Segundo a versão apresentada, ele se irritou, pegou um pedaço de madeira e golpeou a cabeça da jovem. Ainda de acordo com o relato feito à Polícia Militar de Goiás (PMGO), a vítima recebeu três pauladas e teve o pescoço cortado.

 

A polícia informou que o crime teria contado com a participação da esposa do homem, que teria incentivado as agressões. Após acreditar que a adolescente estava morta, o homem afirmou que foi estimulado a finalizar o ataque e, em seguida, enterrou o corpo no quintal da casa.

 

No local indicado pelo suspeito, a polícia encontrou o corpo da adolescente, além do celular da vítima, a faca e o pedaço de madeira usados no crime. A identificação foi confirmada rapidamente, já que o rosto da menina estava preservado.

 

O casal permanece preso e deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel, além de ocultação de cadáver. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO).

 

 

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