quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Tipos de câncer de mama: entenda as diferenças entre os tumores e o papel da mamografia no diagnóstico

POR | 21/10/2026

O câncer de mama engloba diferentes tipos de tumores, e o diagnóstico considera agressividade, hormônios, genética e extensão da doença, com a mamografia como principal ferramenta de detecção precoce.

Tipos de câncer de mama: entenda as diferenças entre os tumores e o papel da mamografia no diagnóstico

Foto: via Saúde Abril

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Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 78 mil novos casos de câncer de mama serão diagnosticados no Brasil a cada ano até 2028.

Entretanto, a doença não é única; trata?se de um conjunto de diferentes tumores que podem surgir nas mamas, cujas particularidades precisam ser bem compreendidas pelos médicos, pois são elas que definem o tratamento mais adequado a cada caso.

Na hora de fechar o diagnóstico, os especialistas avaliam o grau de agressividade da doença (se tende a evoluir lenta ou rapidamente), se ela responde a certos estímulos como hormônios e proteínas, a presença de mutações genéticas e o quão localizado ou disseminado está o quadro, entre outros detalhes.

"As mulheres chegam ao consultório cheias de dúvidas, angústias e medo, pensando que correm risco de morte iminente por terem câncer. Mas hoje há estratégias que aumentam muito a sobrevida e as chances de cura da doença - principalmente quando o diagnóstico é precoce", tranquiliza a oncologista Sabrina?Chagas, do Oncologia D'Or, no Rio de Janeiro (RJ). "Para isso, o olhar precisa ser individualizado."

A seguir, entenda o que é levado em consideração no diagnóstico e quais são os tipos mais comuns e raros da doença.

Geralmente, os casos são rastreados durante exames de imagem, sendo o principal deles a mamografia.

"Ela é feita com um equipamento de raio?X projetado para visualizar estruturas e lesões muito pequenas com alto grau de detalhamento", descreve a médica radiologista Flora Finguerman, coordenadora de Imagem em Mama da Dasa.

A especialista explica que a mama é composta pelos tecidos glandular, gorduroso e conjuntivo, que possuem densidades muito semelhantes. Quando o mamógrafo comprime a mama, o equipamento ajuda a separar e espalhar esses tecidos, permitindo que o radiologista identifique e diferencie o tecido normal de nódulos benignos ou tumores de até mesmo poucos milímetros.

Por meio da imagem, os médicos conseguem deduzir se o tumor apresenta características que orientam a escolha do tratamento mais adequado, sempre recomendando que a paciente procure um médico ou profissional de saúde qualificado para avaliação individualizada.

Fonte: Saúde Abril.

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