terça-feira, 20 de outubro de 2026
Após sete meses afastado das redes, o influenciador Felca divulgou um vídeo no dia 20 de outubro, coincidindo com o Dia Mundial de Combate ao Bullying, onde descreve sua convivência com o transtorno de ansiedade social e destaca a relação com experiências de bullying.
Foto: via Saúde Abril
Depois de quase sete meses longe das plataformas digitais, o influenciador conhecido como Felca reapareceu no último domingo, apresentando um teaser que sinalizava seu retorno ao público.
Dois dias depois, surgiram diversas especulações sobre os motivos da volta, inclusive sugestões de um possível posicionamento político; entretanto, nas primeiras horas da terça?feira, dia 20, Felca lançou um novo vídeo no qual aborda sua luta contra a fobia social.
A escolha da data para a publicação coincidiu com o Dia Mundial de Combate ao Bullying, celebrado anualmente em 20 de outubro, reforçando a conexão que o criador faz entre o transtorno que enfrenta e situações de intimidação vividas no passado.
Segundo a Saúde Abril, a fobia social, formalmente denominada transtorno de ansiedade social, trata?se de uma condição mental crônica marcada por um medo exagerado de interações sociais. Inserida no grupo dos transtornos de ansiedade ou relacionados ao medo, ela ultrapassa a simples timidez, tornando?se paralisante e levando o indivíduo a evitar ativamente situações que lhe causem desconforto.
Nos casos mais intensos, a ansiedade não se restringe à troca direta de palavras; basta que a pessoa perceba estar sob observação pública para que surja o temor de ser julgada ou humilhada. Exemplos típicos incluem o receio de comer na presença de outros, utilizar banheiros públicos ou praticar exercícios enquanto alguém observa.
Embora não exista uma causa única identificada, estudos apontam forte correlação entre o desenvolvimento da fobia social e vivências estressantes ou traumáticas na infância e adolescência, como ambientes familiares excessivamente restritivos ou episódios de bullying escolar.
Especialistas recomendam que quem reconhece sintomas semelhantes procure orientação de profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras, para avaliação e acompanhamento adequados, sem que se faça automedicação ou autodiagnóstico.
Fonte: Saúde Abril.
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