sábado, 17 de outubro de 2026
Durante sessão de julgamento no Fórum Desembargador Milton Sebastião Barbosa, o acusado de um homicídio ocorrido em maio teria agredido um familiar da vítima, segundo relato da advogada da família. O caso foi registrado pela polícia e o juiz determinou medidas quanto ao processo criminal.
Foto: via Metrópoles - Na Mira
Um réu acusado de matar o empresário Flávio Cruz Barbosa agrediu, durante audiência de julgamento, o irmão da vítima, Gustavo Cruz Barbosa. O episódio ocorreu nesta quarta-feira (14/10), no Fórum Desembargador Milton Sebastião Barbosa, no Plano Piloto, em Brasília.
Segundo a advogada da família, Karla Henriques, o acusado, identificado como Eduardo Jesus Rodrigues, levantou-se repentinamente da cadeira e avançou contra Gustavo, que acompanhava a sessão. De acordo com a defesa da família, Eduardo estava algemado com as mãos para trás enquanto ouvia o depoimento de um policial que atendeu à ocorrência do homicídio. A advogada afirmou que Gustavo estava sentado em um dos sofás do local.
Conforme o relato apresentado pela advogada, o acusado teria atingido Gustavo com chutes no rosto e na perna antes de ser contido. Ainda segundo essa versão, a agressão ocorreu dentro do ambiente da audiência.
O homicídio investigado ocorreu em 6 de maio, no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte). Eduardo Jesus Rodrigues é acusado pelo crime, mas a responsabilidade ainda será apurada no processo judicial, em respeito à presunção de inocência.
De acordo com informações do processo, o juiz determinou a suspensão do processo criminal e a instauração de incidente de insanidade mental, para avaliar as condições psicológicas do acusado.
Segundo a polícia, o episódio de agressão foi registrado como lesão corporal e ameaça na 5ª Delegacia de Polícia.
Fonte: Metrópoles - Na Mira.
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17/10/2026
Delegada da Polícia Civil do Pará é presa no DF em investigação sobre elo com liderança do PCC
A delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa no Distrito Federal no contexto da Operação Sinalagma, que investiga uma rede interestadual de tráfico, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio superior a R$ 14 milhões. Segundo a investigação, ela mantinha relacionamento com Renato Henrique do Carmo, apontado como liderança do PCC.