quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Rio Verde registra 725 novas empresas em um mês e aparece entre as quatro líderes de Goiás

POR Thais Cabral | 10/09/2026
Rio Verde registra 725 novas empresas em um mês e aparece entre as quatro líderes de Goiás

Foto: Reprodução

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Rio Verde registrou a abertura de 725 novas empresas em agosto de 2026 e ficou na quarta colocação entre os municípios goianos com maior número de novos registros empresariais no mês.

 

Os dados são da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg). À frente de Rio Verde aparecem Goiânia, com 5.502 novas empresas, Aparecida de Goiânia, com 1.890, e Anápolis, com 1.168.

 

No total, Goiás registrou 17.637 novos negócios em agosto, considerando microempreendedores individuais, os MEIs, e empresas de outras categorias. O resultado representa crescimento de 14,3% em comparação com agosto de 2025, quando foram contabilizados 15.430 registros.

 

De janeiro a agosto deste ano, o estado acumulou 139.749 novas empresas. Desse total, 106.662 são MEIs e 33.087 pertencem a outras categorias empresariais.

 

O levantamento também mostra a força do setor de serviços entre os novos negócios. Entre as atividades com maior número de registros em Goiás estão serviços combinados de escritório e apoio administrativo, consultoria em gestão empresarial, treinamento profissional, promoção de vendas e serviços especializados de apoio administrativo.

 

As empresas constituídas em Goiás entre janeiro e agosto declararam, juntas, mais de R$ 13 bilhões em capital social. Entre os negócios não enquadrados como MEI, aproximadamente 1,6 mil empresas declararam capital social igual ou superior a R$ 500 mil.

 

O desempenho mantém Rio Verde entre os principais polos empresariais do estado. Dados da própria Juceg já apontavam o município entre as cidades goianas com maior concentração de empresas ativas.

 

É importante destacar, porém, que a abertura de uma empresa representa o registro formal do negócio e não significa necessariamente que a empresa já esteja operando, faturando ou contratando funcionários. Para medir o impacto efetivo sobre a economia e o emprego, é necessário considerar também dados sobre empresas ativas, baixas, arrecadação e geração de postos de trabalho.

 

 

*Fonte: Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

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