segunda-feira, 19 de outubro de 2026
A safra que começou no fim de setembro poderá não atingir o novo recorde em 2024, devido à instabilidade climática provocada neste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No novo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), o instituto aponta uma queda de 2,8% (8,8 milhões de toneladas) na safra de cereais, leguminosas e dos grãos.
As produções mais afetadas serão a soja e o milho. “O excesso de chuvas na região Sul, ao mesmo tempo, em que atrapalha a colheita de trigo, atrapalha as lavouras da soja e milho que estão sendo plantadas”, afirma Carlos Alfredo Barradas do IBGE. O representante aponta que aqui no Centro-Oeste, está ouvido relatos de produtores tendo de fazer o replantio de novo da soja, porque não houve germinação.
Com o tempo desregulado que estamos presenciando a cada ano que passa, o setor que tende o ser mais afetado com certeza é a agricultura. Já que a chuva é um dos fatores essenciais para que animais se alimentem e refresquem, e também para a produtividade de diversas culturas. Com poucas precipitações, o rendimento cai, causando prejuízo ao produtor rural e com preço final do alimento indo nas alturas para o consumidor, que, aliás, é um dos responsáveis por não pressionar governos e indústria por menos impacto ambiental no meio em que vivemos.
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