sábado, 24 de outubro de 2026
Após o fim da campanha eleitoral, opiniões sobre a supostas propagandas eleitorais em universidades dividem opiniões no Supremo.
Redação Jornal Somos
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza hoje (31) uma reunião para julgar a medida concedida pela ministra Carmen Lúcia. Essa medida cautelar suspendia as decisões de juízes eleitorais sobre a busca e a apreensão de materiais de campanha eleitoral em universidades e suas dependências. No último dia 27 a ministra deferiu medida cautelar pela livre manifestação de pensamento.
A decisão ocorreu enquanto várias universidades públicas receberam ações policiais e fiscais eleitorais. Essas ações fiscalizavam supostas propagandas eleitorais irregulares. Foram vistas como censura por estudantes, professores e entidades educacionais. Carmen Lúcia afirma que a medida é urgente para impedir que hajam mais ocorrências violentas como as dos últimos dias. O presidente do STF, Dias Toffoli escolheu submeter a decisão ao plenário.
A ministra afirma ser contra qualquer atitude totalitária. A procuradora-geral eleitoral, Raquel Dodge, anunciou o pedido de liminar ao STF para restabelecer a liberdade de expressão de estudantes e professores.
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