sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Segundo dados reunidos pelo comando-geral do Exército, desde janeiro de 2018, 2.893 armas legais de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CACs) e clubes de tiros foram roubadas ou extraviadas no Brasil.
Os casos de armas perdidas se mantiveram num patamar estável entre 2018 e 2020, entre 509 e 606 ao ano. Em 2021, houve um salto de quase 700. E se, caso o restante de 2022 mantiver o ritmo registrado nos primeiros cinco meses do ano, irá fechar com 95 armas legais extraviadas por mês, o que dá no total 1.142 armas no ano.
Das armas extraviadas desde 2018, 1.082 delas pertenciam a CACs e clubes de tiros de São Paulo que lidera o ranking dos estados com mais casos, seguido por Rio Grande do Sul com 721 casos que se tem registro.
A quantidade de registros de CACs também aumentou, de 197 mil, em 2019, para 674 mil em maio de 2022. Segundo a Polícia Federal, entre 2020 e 2021, os registros de novas armas cresceram 114,5%.
E desde 2019, por meio do Decreto Nº 9.846, de Junho, os CACs que antes podiam ter 16 armas, no máximo, agora podem ter 60, sendo 30 delas de calibre restrito, que é o caso dos fuzis.
(Fontes: The Intercept Brasil)
ESSA MATÉRIA FOI PRODUZIDA VOLUNTARIAMENTE POR EDUARDA LIMA E EDITADA PELA JORNALISTA CAMILLA PAES
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