sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Após o Natal é hora da tradicional troca de presentes recebidos. Seja pela cor que não agradou. O tamanho que não coube. Ou a vontade de ganhar outra coisa.
O estabelecimento comercial não é obrigado a efetuar a troca de mercadoria por lei, o produto pode ser trocado em caso de defeito. No entanto, nessa época do ano, é um costume que a troca possa ser efetuada.
É necessário que os clientes estejam atentos à política de troca da loja; e para quem já recebeu o presente e pretende trocar, é indicado que se faça o quanto antes; é o que explica o diretor do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Nadilson Neves.
''Se o estabelecimento tiver esta política de troca, ele não estipula prazo, mas geralmente varia de três a sete dias; vai depender de cada loja. E também nas compras online ele tem o direito de arrependimento em sete dias desde quando chega na sua casa.''
Vale lembrar que é recomendado manter a etiqueta no produto para facilitar a negociação de troca.
O consumidor que se sentir lesado deve buscar o Procon.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
23/10/2026
Gov.br envia alerta sobre vacina Pneumo 20: entenda a novidade e quem deve tomar
Mensagem do Ministério da Saúde chegou via WhatsApp lembrando famílias sobre a Pneumo 20, vacina 20?valente incorporada ao SUS em junho; veja o que ela protege, as diferenças em relação às vacinas anteriores e a indicação correta.
22/10/2026
Brasil precisa ampliar investimentos em ciência para enfrentar pandemias e melhorar saúde pública
Especialistas destacam que a rápida sequenciação do genoma da covid?19 por pesquisadores da USP e outras iniciativas mostram a importância de financiar ciência, com investimentos de R$ 88,9 bi em C&T e R$ 72,9 bi em P&D em 2024.
22/10/2026
Aliados debatem indicação de Alcolumbre ao TCU e Pacheco ao STF após eleição
Nos bastidores de Brasília, partidos avaliam a possível transferência de Davi Alcolumbre para o TCU e de Rodrigo Pacheco para o STF, considerando diferentes resultados da eleição de 25 de outubro de 2026.