quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A Polícia Militar prendeu um homem suspeito de envolvimento em tráfico de drogas depois de acordá-lo de um cochilo usando um fuzil. O caso foi em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, na manhã de ontem. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem cochilando em uma cadeira quando é abordado por policiais.
Nas imagens, os agentes encostam um fuzil no rapaz, que acorda assustado. “Vai preso na moral, valeu?”. Sem entender direito a situação, o suspeito responde com um sinal positivo. Segundo a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a equipe do 15º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Duque de Caxias realizava um patrulhamento pelo bairro Jardim Gramacho quando encontrou o suspeito.
O homem, segundo a PM, estava com rádio comunicador e seria suspeito de integrar um grupo de tráfico de drogas. Com isso, ele foi encaminhado à 60ª DP, onde permaneceu preso.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
22/10/2026
Aliados debatem indicação de Alcolumbre ao TCU e Pacheco ao STF após eleição
Nos bastidores de Brasília, partidos avaliam a possível transferência de Davi Alcolumbre para o TCU e de Rodrigo Pacheco para o STF, considerando diferentes resultados da eleição de 25 de outubro de 2026.
22/10/2026
Globo mobiliza mais de 30 jornalistas para checar falas de Lula e Flávio Bolsonaro durante debate
Grupo Globo fará checagem das declarações dos candidatos durante e após o confronto desta sexta-feira (23).
22/10/2026
Lula e Flávio Bolsonaro autorizam abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico antes de debate na Globo
Campanhas dos dois presidenciáveis apresentaram pedido ao TSE nesta quinta-feira (22) para que informações sejam divulgadas ainda hoje
22/10/2026
Ministra do TSE destaca sobrecarga e despacho de até 50 processos diários
Em 22 de outubro de 2024, a ministra Estela Aranha alertou sobre a alta demanda de processos no Tribunal Superior Eleitoral, que chega a 40?50 por dia, e descreveu a situação como judicialização excessiva.