segunda-feira, 20 de julho de 2026
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (15), a 14ª fase da Operação Farra Brasil, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias cometidas por meio do aplicativo Caixa Tem. A ação contou com o apoio da Caixa Econômica Federal e outros órgãos.
De acordo com as investigações, o grupo criminoso contava com a colaboração de funcionários da própria Caixa e de casas lotéricas, que recebiam propina para facilitar o acesso ilegal às contas digitais de beneficiários de programas sociais do governo federal.
Além dos auxílios sociais, os criminosos também teriam desviado recursos do FGTS e do Seguro-Desemprego, todos administrados dentro da plataforma digital da Caixa.
Ao todo, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Macaé e Rio das Ostras. A Justiça Federal também aplicou medidas cautelares alternativas à prisão para 16 investigados.
Os envolvidos poderão responder por crimes como organização criminosa, furto qualificado, corrupção ativa e passiva, além de inserção de dados falsos em sistemas de informação.
Em nota, a Caixa Econômica afirmou que atua em conjunto com os órgãos de segurança pública para combater fraudes e golpes, e que todas as informações são sigilosas e repassadas apenas às autoridades competentes. O banco ainda reforçou que mantém vigilância contínua sobre seus sistemas, com tecnologias, equipes especializadas e protocolos de segurança para garantir a proteção dos dados e transações dos clientes.
*Com informações Jovem Pan
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
19/07/2026
Relatório da OMS e do Unicef mostra aumento da vacinação infantil no Brasil
País reduziu de 360 mil para 50 mil o número de crianças que não receberam a primeira dose da vacina pentavalente, uma queda de cerca de 90%
17/07/2026
Perícia descarta estupro e aponta asfixia como causa da morte de bebê de 10 meses no Ceará
Laudo da Perícia Forense não encontrou indícios de violência sexual nem material genético dos suspeitos; investigação passa a tratar o caso