quinta-feira, 28 de maio de 2026

Momento em que deputado defende fim da escala 6×1 para que trabalhadores 'façam sexo em paz', viraliza

POR Marcos Paulo dos Santos | 28/05/2026
Momento em que deputado defende fim da escala 6×1 para que trabalhadores 'façam sexo em paz', viraliza

Foto: Câmara dos Deputados

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Durante a discussão da PEC que propõe o fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados, o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção ao afirmar que a mudança para a jornada 5×2 daria aos trabalhadores mais tempo até para “fazer sexo em paz e com mais tranquilidade”.

 

A declaração foi feita durante sessão no plenário e arrancou risadas dos parlamentares presentes. O deputado defendia a proposta que reduz a jornada semanal de trabalho e amplia os períodos de descanso.

 

Segundo Isidório, a escala 5×2 pode melhorar a convivência familiar, a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores.

 

“A 5×2 garante aos trabalhadores e trabalhadoras o direito de melhor honrar e criar sua família, além de cuidar de sua saúde. O trabalhador doente, além de não render, quebra a máquina”, afirmou.

 

Na sequência, o parlamentar relacionou a redução da jornada à vida íntima dos brasileiros.

 

“Nessa escala 5×2, além de melhorar a vida das famílias, os trabalhadores e trabalhadoras terão tempo inclusive para terem mais filho, portanto, fazerem seu sexo em paz e com mais tranquilidade”, declarou.

 

O deputado também reforçou que o partido Avante votaria favoravelmente à proposta e criticou o atual modelo de trabalho.

 

“O Avante vota sim porque nós não somos escravos. Trabalhadores e trabalhadoras não são escravos, são seres humanos, têm dignidade”, completou.

 

Entenda a PEC da escala 6×1

 

A proposta em discussão na Câmara prevê mudanças na jornada de trabalho praticada em diversos setores, principalmente no comércio e nos serviços, onde a escala 6×1 é amplamente adotada.

 

O texto reduz a carga semanal de 44 para 40 horas e estabelece dois dias obrigatórios de descanso por semana.

 

Defensores da PEC afirmam que a medida pode melhorar a saúde física e mental dos trabalhadores, além de aumentar a qualidade de vida. Já críticos apontam possíveis impactos econômicos para empresas e riscos de redução na geração de empregos.

 

Com informações de Veja.

 

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