quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
O Ministério da Educação (MEC) tornou sem efeito a portaria assinada pelo ex-ministro Abraham Weintraub, que acabava com incentivo a cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência em cursos de pós-graduação.
A revogação foi publicada no início da madrugada de hoje, terça feira (23/06) no Diário Oficial da União, e foi assinada pelo ministro interino da pasta, Antonio Paulo Vogel de Medeiros. A medida revogada havia sido assinada e publicada no dia 18 de junho e foi o último ato de Weintraub no ministério. No dia seguinte ele viajou para os Estados Unidos.
Na época, a medida foi bastante criticada pelo Congresso e também foi alvo do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele havia dado prazo de 48 horas para a Advocacia Geral da União (AGU) se manifestar sobre a ação. Outra crítica veio também da Associação Nacional de Pós-graduação (ANPG). Segundo o organismo, a medida afetaria instituições que ainda não haviam implantado programas de cotas.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
22/10/2026
Aliados debatem indicação de Alcolumbre ao TCU e Pacheco ao STF após eleição
Nos bastidores de Brasília, partidos avaliam a possível transferência de Davi Alcolumbre para o TCU e de Rodrigo Pacheco para o STF, considerando diferentes resultados da eleição de 25 de outubro de 2026.
22/10/2026
Globo mobiliza mais de 30 jornalistas para checar falas de Lula e Flávio Bolsonaro durante debate
Grupo Globo fará checagem das declarações dos candidatos durante e após o confronto desta sexta-feira (23).
22/10/2026
Lula e Flávio Bolsonaro autorizam abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico antes de debate na Globo
Campanhas dos dois presidenciáveis apresentaram pedido ao TSE nesta quinta-feira (22) para que informações sejam divulgadas ainda hoje
22/10/2026
Ministra do TSE destaca sobrecarga e despacho de até 50 processos diários
Em 22 de outubro de 2024, a ministra Estela Aranha alertou sobre a alta demanda de processos no Tribunal Superior Eleitoral, que chega a 40?50 por dia, e descreveu a situação como judicialização excessiva.