domingo, 25 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Um bilhete encontrado em garrafa pet amarrada a uma boia levou a Marinha do Brasil ao encontro de seis tripulantes da embarcação Bom Jesus, que há mais de 10 dias não faziam contato com os familiares e chegaram a ser dados como desaparecidos.
De acordo com informações recebidas pelo superintendente regional da Polícia Civil do Baixo Amazonas, o delegado Jamil Casseb, o bilhete foi encontrado por um pescador da região de Marajó, no Pará que fez contato com a Marinha e avisou sobre o pedido de socorro.
No bilhete dizia: “Socorro, socorro! Precisamos de ajuda, nosso barco pegou fogo, estamos há 13 dias na Ilha das Flechas sem comida avise nossa família”. Também colocaram contatos telefônicos de alguns de seus familiares, que moram em Santarém.
Amarinha encontrou os tripulantes por volta das 17h de quarta-feira (13). Uma operação de resgate e salvamento foi montada para resgatar os tripulantes em aeronave da Mainha devido à distância e o difícil acesso à ilha das Flechas, uma ilha deserta no norte do Pará. Após serem resgatados, os tripulantes do barco foram levados para Belém para receber atendimento médico.
O desaparecimento dos tripulantes foi comunicado por familiares à polícia na segunda-feira (11). Os tripulantes teriam informado às famílias que estariam de volta cerca de 10 dias após o último contato, que não ocorreu.
Os familiares também procuraram a Capitania Fluvial de Santarém que levou o caso às instâncias superiores e na terça (12) a Capitania dos Portos do Amapá enviou um navio para realizar buscas pela embarcação Bom Jesus.
A Capitania dos Portos do Amapá instaurou um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades pelo naufrágio.
Os tripulantes que foram encontrados com vida são:
- Antônio Oliveira dos Santos - maquinista mecânico;
- Leilane Carla Ferreira Guimarães - cozinheira;
- Cristiano de Azevedo Figueira – marinheiro;
- Joelson da Silva Costa - responsável pela carga;
- Valdeney Dolzanes Reis - Policial Militar;
- "Negão" – maquinista.
O caso
Os tripulantes da embarcação partiram de Santarém no dia 24 de março para levar uma carga para Chaves, no Marajó.
Ao chegar em Chaves, os tripulantes foram informados que a pessoa que receberia a carga desistiu de fazer a retirada e para não perder a viagem levariam a encomenda até Nazaré, ainda na região do Marajó.
Os familiares, desde então, não tiveram mais contato com a embarcação e os tripulantes até que eles fossem encontrados na quarta-feira (13). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) em nota divulgada nesta quinta-feira (14), a equipe médica que atendeu os tripulantes em Belém informou que eles estavam com o quadro geral de saúde bom, porém muito desidratados.
(Com informações do G1)
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
25/10/2026
Tamanho de bancada não garante hegemonia no Congresso, analisa colunista
Colunista avalia que o crescimento de uma legenda na Câmara não assegura maioria segura nem domínio do Parlamento a partir de fevereiro de 2027. Segundo a análise, centrão perdeu espaço, mas mantém força no jogo político.
25/10/2026
Jovem de 19 anos morre atropelado durante carreata de apoio a Flávio Bolsonaro em Goianésia (GO)
Matheus Henrique, de 19 anos, morreu após ser atropelado durante uma carreata em apoio ao candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, em Goianésia (GO). As autoridades apuram as circunstâncias do acidente.
25/10/2026
Vacina contra a gripe: esclarecimentos sobre mitos, riscos e a importância da imunização anual
Especialistas discutem, em podcast produzido em parceria com a Veja Saúde, a necessidade da vacinação anual contra a influenza, desmistificando crenças e ressaltando benefícios para a saúde individual e coletiva.
24/10/2026
Ouvir música ativa o cérebro, transforma emoções e pode ajudar a regular o humor
Estudos indicam que a audição de músicas mobiliza redes cerebrais corticais e subcorticais, com efeitos sobre humor, frequência cardíaca e liberação de dopamina. A música pode ser uma ferramenta complementar, mas não substitui tratamentos médicos ou psicológicos.