sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Nesta quarta-feira (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desemprego no Brasil caiu a 8,3% no trimestre encerrado em outubro. Esta é a menor taxa para o período desde 2014.
De acordo com pesquisa da Reuters, o mercado esperava uma taxa de 8,5% no período.
Em relação ao trimestre anterior, de maio a julho, houve uma queda de 0,8 ponto percentual (p.p.). A queda, em comparação com o mesmo trimestre de 2021, foi de 3,8 p.p.
No período, contingente de pessoas ocupadas atingiu um novo recorde da série histórica iniciada em 2012, com aumento de 1%, para 99,7 milhões.
“Este momento de crescimento de ocupação já vem em curso desde o segundo semestre de 2021. Com a aproximação dos últimos meses do ano, período em que historicamente há aumento de geração de emprego, a tendência se mantém”, diz Adriana Beringuy, coordenadora da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em nota.
A população desocupada foi de 9 milhões de pessoas, representando um recuo de 8,7% em comparação com o tri encerrado em julho, de menos de 860 mil pessoas. De acordo com o IBGE esse é o menor nível desde julho de 2015.
Grupo com carteira assinada e renda crescem
O número de empregados com carteira de trabalho no trimestre encerrado em outubro cresceu 2,3% (822 mil pessoas), chegando a 36,6 milhões.
“Esse índice segue em alta há mais de um ano, o que mostra não apenas que o mercado de trabalho está em expansão numérica de ocupados, mas também apresentando algum crescimento na formalização da população ocupada”, diz Beringuy.
O que também teve aumento foi o rendimento real habitual, registrando alta de 2,9% em relação ao trimestre anterior, a R$ 2.754. A massa de rendimento real habitual atingiu recorde da série histórica, totalizando R$ 269,5 bilhões, um crescimento de 4% no trimestre e 11,5% na comparação anual.
Ainda de acordo com o IBGE, entre as funções com maiores altas empregados no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (3,4%, ou mais R$ 137) e conta própria (3,3% ou mais R$ 69), além do empregado com carteira de trabalho assinada (3,1%, ou mais R$ 79).
Entre os grupamentos, os maiores aumentos foram em transporte, armazenagem e correio (6,5%, ou mais R$ 163), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (5,7%, ou mais R$ 100) e Construção (5,5%, ou mais R$ 114).
Taxa de informalidade
No setor privado, o número de empregados sem carteira assinada bateu o recorde da série, chegando 13,4 milhões de pessoas, um aumento de 2,3% (297 mil pessoas) contra o trimestre anterior e de 11,8% (1,4 milhão de pessoas) no ano.
Outro a bater o recorde da série histórica foi o número de empregados no setor público de 12,3 milhões, com alta de 2,3% no trimestre. A taxa de informalidade foi 39,1% da população ocupada, menor que o trimestre anterior, quando foi registrado 39,4%, e no mesmo período do ano passado, quando atingiu 40,7%.
O número de trabalhadores informais chegou a 39 milhões.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
30/10/2026
Governo Lula busca evitar crise diplomática sobre ajuda da Casa Branca à fuga de Flávio Bolsonaro
Após a revelação de que um funcionário da Casa Branca contratou avião para a fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA, o governo brasileiro opta por uma postura pragmática para não transformar o caso em crise com o presidente dos EUA, Donald Trump.
30/10/2026
Adolescente arranca parte do lábio de homem em briga após bebedeira no Piauí
Um adolescente arrancou parte do lábio inferior de um homem durante uma discussão ocorrida em 29 de outubro, no povoado Malhada dos Bois, zona rural de Barro Duro, no interior do Piauí. Segundo a Polícia Militar, os envolvidos haviam consumido bebidas alcoólicas antes do incidente.