domingo, 22 de fevereiro de 2026
Foto: Reprodução
O Brasil confirmou 55 casos de mpox em 2026, conforme dados divulgados pelo Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNE-VIG), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. Apesar do número ser inferior ao registrado no ano passado, a doença segue sob monitoramento das autoridades sanitárias.
Segundo o Ministério da Saúde, os casos notificados neste ano apresentam, em sua maioria, quadros leves ou moderados, sem indícios de agravamento em larga escala. A vigilância epidemiológica continua acompanhando a situação para identificar rapidamente novos registros e conter possíveis cadeias de transmissão.
Em 2025, o cenário foi mais amplo, com 1.056 casos confirmados no país. A maior incidência ocorreu entre homens, especialmente na faixa etária de 30 a 39 anos. No mesmo período, foram registrados dois óbitos relacionados à doença.
A comparação entre os dois anos indica redução no número de casos, mas reforça que o vírus ainda circula no país, exigindo atenção contínua das autoridades de saúde.
O que é a mpox
A mpox é causada pelo vírus MPXV, pertencente à família Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, objetos contaminados ou por contato próximo e prolongado com pessoa infectada.
Embora seja conhecida há décadas, a doença ganhou maior repercussão internacional a partir de 2022, quando houve aumento expressivo de casos em diversos países, incluindo o Brasil.
De acordo com o Ministério da Saúde, a infecção geralmente começa com sintomas gerais e, posteriormente, surgem lesões na pele. A maioria das pessoas se recupera em poucas semanas.
Principais sintomas
Os sintomas mais comuns incluem:
O período de sintomas pode durar de duas a quatro semanas. Durante esse tempo, há risco de transmissão, especialmente em casos de contato direto com as lesões.
Orientações de prevenção
O Ministério da Saúde recomenda que pessoas com sintomas procurem atendimento médico para avaliação e realização de exame laboratorial, responsável por confirmar o diagnóstico.
Entre as medidas preventivas estão evitar contato direto com lesões de pessoas infectadas, não compartilhar objetos pessoais e manter higiene frequente das mãos.
Embora os casos atuais sejam menores em comparação com 2025, a mpox permanece sob vigilância no Brasil, e o acompanhamento contínuo é considerado essencial para evitar a disseminação da doença.
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