quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Redação Jornal Somos
O ano de 2020 deve iniciar com uma reestruturação ministerial no alto escalão do governo de Jair Bolsonaro. Os ministros que devem ser substituídos são Onyx Lorenzoni, da Casa Civil; Abraham Weintraub, da Educação e Bento Albuquerquer, de Minas e Energia.
As mudanças estão previstas para o final de janeiro, antes das atividades do Congresso serem retomadas, e as trocas ocorrerão de forma gradual, sendo finalizadas em fevereiro.
Umas das motivações para a modificação seria o desgaste que os três ministros estão sofrendo, principalmente ao causarem desconforto em aliados com seus discursos.
Desde o início do governo, Onyx vêm perdendo funções importantes, como a articulação política e a coordenação jurídica da Presidência, respectivamente transferidas para Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo e para a Secretaria-Geral, com o ministro Jorge Oliveira.
O ministro Weintraub se enfraqueceu na medida em que Onyx também foi perdendo seu prestígio no Planalto, uma vez que ambos são próximos. Apesar da postura ideológica de Abraham agradarem ao presidente e seus filhos, seu comportamento agressivo perante as mídias sociais, bem como sua capacidade em iniciar crises na área, culminaram em seu desgaste com alguns núcleos do governo.
Quanto a Bento Albuquerque, sua possível saída irá modificar, também, todo o segundo escalão, que receberá mudanças nas quatro secretarias de Óleo e Gás, Energia, Mineração e a de Planejamento. Para o ministro, os indícios demonstram que ele venha a preencher a vaga destinada à Marinha no Superior Tribunal Militar (STM).
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
03/11/2026
Fazenda elabora PEC para conter dívida e garante rigor técnico ao BC
Ministro da Fazenda anuncia proposta de emenda constitucional para congelar recursos do orçamento e conter a dívida pública, ao mesmo tempo que assegura rigor técnico nas futuras indicações ao Banco Central.
03/11/2026
Dólar em alta pressiona custos e gera apreensão no agro brasileiro
O dólar subiu 1,1% nesta terça-feira, aproximando?se de R$ 5,50, o que eleva os custos de produção e aumenta o endividamento das famílias, gerando preocupação entre produtores rurais, inclusive em Goiás.