quinta-feira, 21 de novembro de 2024
Redação Jornal Somos
Os bloqueios de até 44% na verba de custeio das universidades federais feitos pelo governo Bolsonaro tem afetado salas de aula e pesquisa.
Uma professora em Minas Gerais, compra camundongo com o próprio dinheiro para que pesquisa não seja afetada. Em Santa Catarina o almoço no bandejão cortou o bife e substituiu por picadinho de carne.
Na Bahia, estudantes tiveram aulas canceladas em duas noites por falta de vigias. Em Mato Grosso universidade ficou sem energia porque a mesma foi cortada. Em época de calor os alunos de universidade em Pernambuco estão sem ar condicionado.
O Ministério da Educação disse ter liberado na última segunda-feira (2) R$ 614,4 milhões de limite de empenho e afirma que articula com o Ministério da Economia ampliar os repasses.
“Na expectativa de uma evolução positiva nos indicadores fiscais do governo, o MEC vem articulando com o Ministério da Economia a possibilidade de ampliação dos limites de empenho e movimentação financeira a fim de cumprir todas as metas estabelecidas na legislação para a pasta”, diz nota do Ministério da Educação.
Os recursos serão destinados a 115 institutos e universidades federais de todo o país e serão aplicados na manutenção e custeio, com prioridade para despesas com água, energia elétrica, vigilância, limpeza, terceirizados em geral e aluguéis, bem como para assistência estudantil e funcionamento de restaurantes universitários.
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