quinta-feira, 22 de outubro de 2026
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, anunciou nesta quarta-feira (23) que o uso de biometria passará a ser obrigatório para a concessão, renovação e manutenção de benefícios sociais. A identificação será baseada nos dados da nova Carteira de Identidade Nacional, com checagem biométrica também no momento do pagamento.
A implementação será gradual, sem necessidade de busca imediata por atendimento. Segundo o ministério, mais de 150 milhões de brasileiros já possuem biometria registrada em bancos de dados oficiais, o que facilita a transição.
O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dois decretos voltados à biometria e aos dados em saúde, como parte da estratégia de digitalização do governo federal.
Com a criação da Base de Dados do Brasil, o governo pretende ampliar a personalização de serviços públicos, facilitar a integração entre os entes federativos, automatizar processos, combater fraudes e tornar a gestão mais eficiente.
“Com o aumento da governança, a gente vai poder expandir isso para facilitar e melhorar a vida da nossa população”, destacou a ministra Esther Dweck.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
21/10/2026
Tipos de câncer de mama: entenda as diferenças entre os tumores e o papel da mamografia no diagnóstico
O câncer de mama engloba diferentes tipos de tumores, e o diagnóstico considera agressividade, hormônios, genética e extensão da doença, com a mamografia como principal ferramenta de detecção precoce.
21/10/2026
Flávio aceita desafio de Lula para abrir sigilos, mas exige acesso a dados do presidente e familiares
Candidato do PL cobra divulgação de informações sobre cartão corporativo, patrimônio da família de Lula e registros de visitantes do Palácio
21/10/2026
Detecção precoce do câncer de mama ainda deixa a desejar no Brasil, aponta Panorama 2025
Estudos revelam que a cobertura de mamografias no país está muito abaixo da meta da OMS, com disparidades raciais e atrasos no início do tratamento que elevam o número de mortes.