quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, nesta quinta-feira (27), a comercialização de cremes dentais da linha Clean Mint da Colgate. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, é preventiva e valerá enquanto o órgão investiga relatos de usuários que afirmam ter desenvolvido feridas e inflamações bucais após o uso do produto, que passou recentemente por uma mudança em sua fórmula.
Segundo a Anvisa, a medida foi motivada por um “número significativo de relatos de eventos adversos”. Consumidores relataram sintomas como aftas, inchaços e irritações que chegaram a dificultar a alimentação. A principal suspeita recai sobre a substituição do fluoreto de sódio por fluoreto de estanho na composição da pasta.
A dentista Ianara Pinho, de Brasília, afirmou em entrevista ao portal Metrópoles que a nova fórmula pode causar reações alérgicas em pessoas mais sensíveis. “Pacientes têm apresentado descamação da mucosa e aftas. O novo componente pode estar por trás dessas reações”, explicou.
Em nota, a Colgate-Palmolive defendeu a segurança do produto, alegando que a nova fórmula passou por mais de uma década de estudos e testes. A empresa admitiu que alguns indivíduos podem apresentar sensibilidade a certos ingredientes e disponibilizou um canal de atendimento ao consumidor: 0800 703 7722.
Enquanto os testes da Anvisa não forem concluídos, a recomendação de especialistas é que os consumidores que apresentarem sintomas interrompam o uso do produto e optem por versões com fórmulas tradicionais. Dependendo dos resultados das análises, a suspensão poderá se tornar definitiva.
Com informações de Metrópoles.
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
03/11/2026
Fazenda elabora PEC para conter dívida e garante rigor técnico ao BC
Ministro da Fazenda anuncia proposta de emenda constitucional para congelar recursos do orçamento e conter a dívida pública, ao mesmo tempo que assegura rigor técnico nas futuras indicações ao Banco Central.
03/11/2026
Dólar em alta pressiona custos e gera apreensão no agro brasileiro
O dólar subiu 1,1% nesta terça-feira, aproximando?se de R$ 5,50, o que eleva os custos de produção e aumenta o endividamento das famílias, gerando preocupação entre produtores rurais, inclusive em Goiás.