quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Redação Jornal Somos
Em janeiro de 2021, existiam R$ 368,5 bilhões em espécie circulando no Brasil, o que foi um recorde histórico, a partir desse momento a quantidade começou a cair. Atualmente existem R$ 323,5 bilhões na forma de cédulas e moedas, 85% desse valor está circulando e 15% está nos cofres.
A quantidade de dinheiro físico representa uma parcela pequena no total de reais na economia. Contando depósitos em conta corrente, fundos, títulos públicos etc., existem R$ 10,1 trilhões. O que faz com que o valor em espécie seja de apenas 3,2% do total.
A nota em maior quantidade é a de R$ 50. São 2,5 bilhões de unidades, que representam R$ 130 bilhões. Já as moedas, juntas, somam apenas R$ 10,8 bilhões.
Essa redução na quantidade de dinheiro impresso se dá devido aos bancos entregarem as notas muito gastas que chegam na boca do caixa para o Banco Central. O Banco Central, então, devolve a quantia em forma de dinheiro eletrônico. E os bancos só solicitam mais cédulas se precisarem. Com o PIX a demanda de saques está diminuindo, e os bancos têm solicitado cada vez menos as cédulas.
Fonte: Revista Super
*Matéria produzida voluntariamente por Eduarda Lima e supervisionada pela jornalista Camilla Paes
Jornal online com a missão de produzir jornalismo sério, com credibilidade e informação atualizada, da cidade de Rio Verde e região.
28/10/2026
Moro afirma que não há normalidade institucional e avalia como compreensível eventual saída de Flávio Bolsonaro do país
O ex-juiz Sergio Moro declarou que o país não vive plena normalidade institucional e considerou compreensível a hipótese de o senador Flávio Bolsonaro deixar o Brasil. As declarações foram dadas após a eleição presidencial.
28/10/2026
Homem de 25 anos é preso por aliciar mais de 100 crianças em jogos virtuais
Um homem de 25 anos foi preso em 28 de outubro, em Guarujá, por aliciar mais de 100 crianças e adolescentes em jogos virtuais, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal.
28/10/2026
Defesa de Bolsonaro pede a Moraes visita de Valdemar Costa Neto em prisão domiciliar
A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, em 28 de outubro de 2026, autorização para que Valdemar Costa Neto visite o ex?presidente em prisão domiciliar, alegando necessidade de diálogo direto. O pedido ocorre após Flávio Bolsonaro deixar o Brasil em desacordo com determinação do STF.